Estatais provocam 50% do déficit dos fundos

Pelo menos 50% do déficit da indústria de fundos de pensão vêm de planos de previdência de estatais. Para sanar essa deficiência, empresas como Caixa Econômica Federal e Correios terão de fazer aportes em seus fundos, pressionando as contas públicas em um período em que uma das maiores preocupações do governo é com a contenção dos gastos.

Os fundos de pensão que estão no negativo tinham um déficit de R$ 27,6 bilhões em junho, últimos dados da Previc. As fundações dos funcionários da Caixa (Funcef), Petrobras (Petros), BNDES (Fapes) e Correios (Postalis) têm déficits que totalizavam R$ 14,6 bilhões em setembro, segundo levantamento do Valor feito a partir de dados das próprias entidades.

Pelas regras dos fundos de pensão, resultados deficitários devem ser equacionados de forma paritária entre empresas patrocinadoras e participantes. Essa obrigação também já preocupa funcionários e aposentados, que terão seus benefícios reduzidos.

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Na poeira da ruína

http://m.oglobo.globo.com/opiniao/na-poeira-da-ruina-15290987 Enviado via iPhone de Abdo Gavinho

A HISTÓRIA DO PRÉ-SAL

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Por Consuelo Dieguez

“Carminatti, aqui não tem óleo, só tem água.”

Era um domingo, no final de agosto de 2006. Mario Carminatti, o geólogo-chefe da Petrobras, acabara de tomar o café da manhã em sua casa, em Niterói, e ouvia, atônito e paralisado, a notícia que Gilberto Lima, o gerente-geral de operações exploratórias da companhia, lhe passava pelo telefone. Ao recobrar a fala, Carminatti, um gaúcho de 53 anos, cabelos tendendo ao grisalho, olhos azuis e sotaque carregado, respondeu: “Não é possível, tchê, não faz sentido. Vamos mais fundo nesse poço, tem que ter petróleo aí embaixo.”

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