Plano 1 da Previ não alcança meta no semestre mas reverte déficit

A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, encerrou o primeiro semestre do ano com rentabilidade de 4,45% no seu Plano 1, de Definido (BD), abaixo da sua meta atuarial de 5,2% no período. Apesar de não ter alcançado a meta no período, a fundação conseguiu reverter a situação do déficit acumulado de R$ 3 bilhões no mês anterior, passando a exibir em junho um superávit acumulado de R$ 3,12 bilhões nesse plano.

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Com ativos de R$ 224,88 bilhões, o Plano 1 é o principal plano da fundação, representando 88,44% dos recursos da entidade. Sua carteira de renda fixa, com participação de 60,64% em junho, rendeu 6,8% no semestre e 0,73% no mês; a carteira de renda variável, com participação de 30,17%, rendeu -1,26% no semestre e 8,11% no mês; a de investimentos imobiliários, com participação de 5,62%, rendeu 6,83% no semestre e 2,18% no mês; a de operações com participantes, com participação de 2,71%, rendeu 5,25% no semestre e 0,92% no mês; a de investimentos estruturados, com participação de 0,30%, rendeu 5,09% no semestre e 2,36% no mês; e a de investimentos no exterior, com participação de 0,54%, rendeu 11,06% no semestre e 2,96% no mês.

Já o plano Previ Futuro, de Contribuição Variável, fechou o semestre com todos os perfis de investimento superando a meta atuarial, que foi de 5,03% no período. A rentabilidade do semestre e do mês do perfil Conservador foi de 9,93% e 2,11%, respectivamente; do Moderado foi de 9,35% e 2,64%; do Arrojado foi de 9,03% e 3,83%; do Agressivo foi de 8,55% e 5,03%. Nos perfis Ciclo de Vida, a rentabilidade do semestre e do mês do Ciclo 30 foi de 9,32% e 2,63%, respectivamente; do Ciclo 40 foi de 9% e 3,53%; do Ciclo 50 foi de 8,66% e 4,74%; e do Ciclo 60 foi de 8,72% e 5,39%.

Com ativos de R$ 29,37 bilhões, o Previ Futuro representa 11,56%% dos recursos da entidade. Sua carteira de renda fixa, com participação de 69,30% em junho, rendeu 10,66% no semestre e 2,17% no mês; a carteira de renda variável, com participação de 15,89%, rendeu 6,9% no semestre e 9,06% no mês; a de investimentos imobiliários, com participação de 2,80%, rendeu 9,94% no semestre e 5,34% no mês; a de operações com participantes, com participação de 10,84%, rendeu 5,27% no semestre e 0,9% no mês; a de investimentos estruturados, com participação de 0,92%, rendeu 4,45% no semestre e 2,14% no mês; e a de investimentos no exterior, com participação de 0,83%, rendeu 8,35% no semestre e 0,8% no mês.

Segundo nota da Previ, os sinais de recuperação da economia beneficiaram o desempenho das carteiras de renda fixa e renda variável de ambos os planos. Entre os principais fatores econômicos que refletiram o desempenho dos planos da Previ no segundo trimestre, destacam-se a divulgação do PIB do primeiro trimestre, mostrando um aquecimento da atividade econômica, e também a redução do preço dos combustíveis, com uma repercussão benéfica na trajetória de queda da inflação. A aprovação do novo arcabouço fiscal e o avanço da reforma tributária, aprovada pela Câmara e que agora tramita no Senado, também impactaram de forma favorável a bolsa no Brasil.

http://www.investidorinstitucional.com.br/sessoes/investidores/fundosdepensao/40271-plano-1-da-previ-nao-alcanca-meta-no-semestre-mas-reverte-deficit.html

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