RH da Petrobras é demitido por suspeita de ‘insider trading’

Um dos principais executivos da Petrobras foi demitido sob suspeita de negociar ações da empresa tão logo Jair Bolsonaro decidiu demitir Roberto Castello Branco da presidência da petrolífera.

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A decisão de demitir o gerente-executivo de recursos humanos, Cláudio da Costa, foi tomada neste domingo, 28, pelo próprio Roberto Castello Branco (foto), que ainda está no posto — para o lugar dele Bolsonaro escolheu o general Joaquim Silva e Luna.

Costa era homem de confiança do próprio Castello Branco.

A suspeita surgiu depois que os controles internos da Petrobras identificaram, em checagens de rotina, que Costa vendeu as ações da Petrobras que possuía bem no auge da crise ocasionada pela decisão de Bolsonaro de tirar Castello Branco do cargo.

Crusoé apurou que ele negociou as ações em 18 de fevereiro. Bolsonaro anunciou publicamente a decisão de demitir Castello Branco no dia seguinte.

Os papéis de Costa foram vendidos por cerca de 85 mil reais.

Normas da Comissão de Valores Mobiliários, a CVM, e da própria Petrobras vedam a negociação de ações por executivos com acesso a informações privilegiadas.

Um processo interno foi aberto para dar seguimento à apuração das transações feitas por Cláudio da Costa.

As primeiras informações coletadas pelo controle interno da companhia, porém, já foram suficientes para que Castello Branco tomasse a decisão de demiti-lo, sob a alegação de quebra de confiança.

Internamente, Costa negou que tenha incorrido em insider trading e afirmou não ver irregularidade nas transações, realizadas por um corretora de sua confiança.

https://crusoe.com.br/diario/exclusivo-homem-de-confianca-do-presidente-da-petrobras-e-demitido-por-suspeita-de-insider-trading-no-auge-da-crise-na-companhia/

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