Previ reafirma liquidez adequada para pagar beneficios sem a venda desfavoravel de ativos

Mesmo com o registro de déficit no mês de março de R$ 23,6 bilhões de seu plano de benefício definido (Plano 1), a Previ informa que mantém condições adequadas de solvência e liquidez para o pagamento dos benefícios. “A entidade tem uma excelente liquidez de curto prazo, o que garante recursos suficientes em investimentos que podem ser convertidos facilmente em caixa para o cumprimento da missão, de pagar benefícios para todos os associados, de forma segura, eficiente e sustentável”, diz comunicado da Previ.

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A entidade garante a capacidade de continuar a pagar aposentadorias sem a necessidade de vender os ativos em condições desfavoráveis. Projeções da área técnica da Previ apontam para um nível de liquidez que garante o pagamento sem dificuldades por um período de mais de 21 meses consecutivos, isso já considerando possíveis quedas com as receitas da carteira imobiliária.

“Temos uma gestão de liquidez muito forte na Previ. Fizemos diversas simulações e testes de estresse com os piores cenários possíveis que comprovaram que temos condições de continuar a pagar benefícios ainda que ficássemos sem receber dividendos ou aluguéis, o que não está acontecendo”, diz José Maurício Coelho, Diretor Presidente da Previ (assista vídeo). Ele informa que a entidade está trabalhando com previsões para possíveis reduções das receitas com esses ativos nos próximos meses, mas sem impacto na capacidade de pagamento dos benefícios.

Recuo menor – O impacto negativo da queda da Bolsa doméstica sobre os ativos da Previ foi bem menor que o mercado em geral. Enquanto o Ibovespa caiu 36,86% no primeiro trimestre. Nos ativos totais, o resultado acumulado do primeiro trimestre de 2020 é negativo em 12,39% no Plano 1, com um déficit de R$ 23,59 bilhões, e de 12,14% no Previ Futuro. A queda média dos fundos de ações levantados pela Anbima foi de 33,41% negativos no período. Parte do déficit do Plano 1 já foi recuperado em cerca de R$ 2 bilhões com os resultados mais favoráveis do mês de abril.

O segmento de renda variável do Plano 1 recuou bem menos: 25,98%. No Previ Futuro, ao compararmos a rentabilidade do Perfil Agressivo (que tem de 40% a 60% dos seus ativos alocados em renda variável) com a média de perfis semelhantes em outras entidades de previdência, a diferença também é considerável: o desempenho no mercado foi negativo em 25,83% e o do perfil da Previ foi em 20,01%.

“Nos momentos desafiadores, é importante lembrar que os investimentos da Previ são sólidos, compostos por empresas da economia real, de setores produtivos e que investem vultosos recursos em seus negócios. Os números comprovam a resiliência dos nossos ativos, mesmo em um cenário tão negativo”, diz José Maurício. E continua dizendo que em comparação com o desempenho dos fundos da Previ com outros do mercado, houve perdas menores – o que é um efeito da qualidade dos investimentos e da diversificação da carteira.

Reversão de déficits anteriores – A Prev recorda de momentos como o de 2015, quando o déficit alcançou níveis mais altos, e que foram revertidos ao longo de 2016 e 2017. O Plano 1 registrou superávit em 2018 e 2019. O superávit no ano passado foi alcançado mesmo com a ajuste de premissas atuariais do Plano 1.

Previ reafirma liquidez adequada para pagar beneficios sem a venda desfavoravel de ativos

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