
Até setembro de 2019, no consolidado da Petros, o índice de inadimplência atingiu 1,46% do total da carteira de empréstimo.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!A Petros registrou no Relatório de Atividades do terceiro trimestre:
“A variação na provisão para perda relativa ao último trimestre verificada no gráfico 07 a seguir,
deve-se a formação do fundo, que a cada 3 meses de inadimplência têm seu percentual
majorado em 25% sobre o saldo devedor dos contratos inadimplentes. Ainda contribuem para
essa variação, as liquidações por óbito com utilização do Fundo de Quitação por Morte (FQM),
que revertem o saldo provisionado de contratos considerados inadimplentes e as variações do
índice de correção (IPCA).
Carece de maiores explicações as causas do aumento vertiginoso da inadimplência, bem como quais medidas saneadora estão sendo tomadas para resguardar o patrimônio da Petros. Solicitamos esclarecimentos da Petros com a profundidade de uma nota técnica.
Em 11/03/2017 publicávamos alerta indicando que os PIDV’s estavam provocando um salto na inadimplência da carteira de empréstimos da Petros.

Na época a Petros nos respondeu com o seguinte esclarecimento:

Tentando compreender o que está se passando, observamos que percorremos uma espiral crescente e sistemática do aumento da inadimplência que saíram dos 0,17% em dezembro de 205 para estratosféricos 1,46% em setembro de 2019.
Estranhamos as explicações da Petros e acreditamos que hoje o aumento da inadimplência está relacionada com o extorsivo PED, que retira a margem para desconto dos empréstimos no contracheque.
Estamos encaminhando esta solicitação de esclarecimentos à Petros.
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