RIO – A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, reiterou, em nota, que possui uma carteira de ativos diversificada capaz de absorver os efeitos de curto prazo devido à desvalorização das ações da Vale, empresa da qual é acionista relevante.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!A fundação detém participação na mineradora por meio da Litel, veículo de investimentos que reúne os fundos de pensão. Além de Previ – que tem 80,6% da Litel – também fazem parte do veículo de investimentos os fundos Petros (Petrobras), Funcef (Caixa Econômica Federal) e Funcesp (empresas elétricas do Estado de São Paulo). A Litel, por sua vez, é dona de cerca de 22% da Vale.
Com o recuo das ações da mineradora no pregão de ontem, a Litel perdeu R$ 16 bilhões em valor de mercado. No caso da Previ, as perdas chegariam a R$ 13 bilhões. O valor é aproximado e considera apenas as oscilações em bolsa no pregão de ontem e não leva em conta as diferentes formas de cálculo por cada fundo de pensão – valor econômico ou valor de mercado – nem os aspectos tributários. O peso das ações da Vale na carteira de renda variável da entidade chega a 50%.
“A Previ conta com recursos suficientes para fazer frente a seus compromissos de pagamento de benefícios, sem a necessidade de venda das ações da Vale”, disse a fundação em nota. No sábado, a Previ já havia divulgado um comunicado. Nele, informou que estava se certificando de que a companhia está dando todo o suporte possível para os atingidos e adotará providências para apurar os motivos do acidente.
(Juliana Schincariol | Valor)
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