José Sérgio Gabrielli foi punido em processo que apurou superfaturamento nas obras da refinaria Abreu e Lima. G1 buscava contato com ex-presidente da Petrobras.
José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras — Foto: Lucio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (21) proibir o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli de ocupar cargos públicos pelos próximos oito anos.
O G1 buscava contato com Gabrielli até a última atualização desta reportagem.
A mesma punição foi aplicada ao ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e ao ex-diretor da construtora Agenor Franklin Magalhães Medeiros. O G1 também tentava localizar as defesas dos dois.
Além de ficarem proibidos de exercerem cargos públicos por oito anos, os três também foram multados em R$ 10 milhões.
Gabrielli, Léo Pinheiro e Medeiros foram punidos no processo que apura superfaturamento nas obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.
A refinaria da Petrobras é alvo de diversas auditorias do TCU, que já identificaram, por exemplo, a formação de cartel na licitação.
O TCU determinou ainda que a OAS, a Odebrecht, ex-executivos das empresas e da Petrobras ressarçam a Petrobras em cerca de R$ 1,95 bilhão.
Apesar de integrar o consórcio, a Odebrecht não foi punida com multa. A empresa e seus ex-administradores só terão que pagar o ressarcimento à Petrobras. A ausência de multa e punição ocorreu porque a Odebrecht e os ex-administradores assinaram acordos de leniência com outros órgãos. Como está colaborando com as investigações, a empresa não pode ser punida pelo TCU.
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