“a média gestão da empresa está medrosa de tomar decisões, há um travamento, uma tensão desproporcional ao risco dos negócios”. Ele reconhece o escândalo deixou “um trauma” na cultura da empresa, que precisa ser superado.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!Superada etapa dos prejuízos recorrentes da Petrobras, Pedro Parente diz que dois desafios ainda precisam ser vencidos na gestão da companhia.
O primeiro, completar o programa de parceria e desenvolvimento em todas as áreas de atuação da empresa. Nesse caso se inclui, por exemplo, a venda de participação na BR Distribuidora, liberada em março pelo TCU e que agora está sendo retomada.
O segundo desafio é de ordem interna e tem a ver com o escândalo do petrolão. Ao blog, Pedro Parente afirmou:” a média gestão da empresa está medrosa de tomar decisões, há um travamento, uma tensão desproporcional ao risco dos negócios”. Ele reconhece o escândalo deixou “um trauma” na cultura da empresa, que precisa ser superado.
Pedro Parente evita projetar resultados futuros. Mas afirma que, dentro dos parâmetros atuais, não se vislumbra repetir prejuízos decorrentes do chamado impairment (ajuste do valor dos ativos da empresa à efetiva capacidade de gerar resultados).
Em 2016, por exemplo, o impairment teve impacto negativo de R$20,89 bilhões no balanço da Petrobras, que fechou o ano com prejuízo de R$14,8 bilhões. Ou seja, não fosse a reavaliação dos ativos, esse prejuízo teria sido revertido para um lucro de R$6 bilhões. Em 2015 o prejuízo foi de R$34,8 bilhões e de R$21,6 bilhões em 2014.
http://g1.globo.com/economia/blog/joao-borges/post/pedro-parente-lucro-e-trauma-na-petrobras.html
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