Técnicos e executivos das áreas de E&P e Jurídica da petroleira terão reunião com desembargador Néviton Guedes
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe![15.02.2017] 06h16m / Por Claudia Siqueira
Representantes da Petrobras irão à Brasília nesta quarta-feira (15/2) para uma reunião com o desembargador federal Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da 1a Região, responsável pelo julgamento da ação movida pelo Sinaval que suspendeu a licitação para o afretamento do FPSO Piloto de Libra. O encontro será realizado na parte da tarde e contará com executivos das áreas Jurídica e de E&P da petroleira
A reunião foi solicitada pela Petrobras, que pretende apresentar as justificativas que a levaram a pedir isenção de conteúdo nacional da licitação para a ANP. A petroleira vinha tentando agendar uma audiência com o desembargador Néviton Guedes desde o fim da semana passada, mas problemas.
A Petrobras aguarda o julgamento do seu pedido de agravo, desde o fim de janeiro. A liminar suspendendo a licitação do FPSO de Libra foi concedida ao Sinaval no dia 17 de janeiro.
O desembargador Néviton Guedes estava de férias e assumiu o caso no fim da semana passado. O julgamento da liminar em favor do Sinaval foi feito pelo pelo relator convocado, o juiz federal Roberto Carlos Oliveira.
A demora no julgamento do agravo tem deixado o consórcio de Libra (Petrobras, Shell, Total, CNPC e CNOOC) apreensivo. A expectativa original do grupo era de que a liminar pudesse ser cassada rapidamente.
O consórcio planeja abrir os envelopes da licitação para o afretamento do FPSO Piloto para o projeto 15 dias depois de cassar liminar obtida pelo Sinaval. A tentativa de contratar uma unidade de produção para o projeto se arrasta há mais de um ano. O alto índice de conteúdo nacional exigido no contrato, dizem as empresas que fazem parte do próprio consórcio, tem feito com que as propostas fiquem muito acima da estimativa da Petrobras.
O FPSO de Libra terá capacidade para produzir 180 mil b/d e ficará afretado pelo prazo de 13 anos, com possibilidade de prorrogação por mais oito anos.
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