Statoil conseguiu reduzir valor em 30%, que vai começar a produzir em 2020
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!O break even da segunda fase de desenvolvimento do campo de Peregrino, na Bacia de Campos, está abaixo de US$ 45. As informações foram divulgadas pelo CFO da Statoil, Hans Hegge, durante uma conferência para divulgar os resultados de 2016. A expectativa é que a produção do projeto comece em 2020, o que permitirá a extensão da vida do campo até 2040.
De acordo com Hegge, a otimização de tempo e a simplificação de conceito do projeto, além da baixa no mercado, permitiram com que o breakeven caísse 30%. Com isso, o investimento caiu para US$ 1,5 bilhão.
“Agora estamos aproveitando os efeitos do aumento na eficiência de perfuração e da execução de projeto mais forte”, explicou o CFO.
A Statoil opera Peregrino com 60% de participação, em parceria com a Sinochem, que tem os outros 40%. A fase II do campo contará com um total de 22 poços, sendo 15 produtores e sete injetores, e uma terceira jaqueta, que ficará interliga à jaqueta A e ao FPSO, já instalados no módulo I, em operação desde 2011.
Durante a conferência, o CEO da empresa, Eldar Saetre, também destacou que o Brasil já se tornou uma área de foco para a Statoil e que a petroleira pretende ampliar as atividades internacionais, tanto no offshore quanto no onshore.
“Na área internacional, vamos focar, vamos ampliar e continuar a explorar. (…) Estamos realmente buscando construir um portfólio mais robusto também fora da Noruega”, explicou Saetre.
Recentemente, a Statoil ampliou seus ativos exploratórios no Brasil, com a aquisição da participação da Petrobras no bloco BM-S-8, onde foi feita a descoberta de Carcará. A companhia também passou a operar os blocos BM-ES-40 e BM-ES-41, na Bacia do Espírito Santo, onde é avaliada a descoberta de Dendê.
Além destas áreas, a Statoil também tem participação no Brasil oito blocos exploratórios na Bacia do Espírito Santo, um na Bacia de Campos e uma na Bacia do Jequitinhonha. A companhia tem apenas um campo no país, a área de Peregrino, na Bacia de Campos. O valor do total dos ativos brasileiros ao final de 2016 era de US$ 5,3 bilhões, aumento de 51% em relação aos US$ 3,5 bilhões que a empresa tinha no país ao final de 2015.

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