RIO – O desenho da reestruturação organizacional do comando da Petrobras deve ser concluído no primeiro trimestre de 2016 e implementado logo em seguida, disse o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e membro do conselho de administração da estatal, Segen Estefen. Segundo ele, a expectativa é que haja um corte “grande” no número de cargos gerenciais na companhia.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!“A previsão é que tudo acabe em fevereiro, é um processo longo. Depois tem que botar em prática, o que deve começar em março. A concepção já foi feita”, disse Estefen, a jornalistas, após participar de evento no Rio.
Segundo ele, ainda não está definido se a as diretorias darão lugar a vice-presidências e se haverá redução do número de executivos e de áreas de negócios. O conselheiro também negou que os nomes dos executivos do alto escalão já tenham sido definidos.
“Já foi definido onde cada caixinha [organograma] vai ficar no contexto da organização, mas qual vai ser o nome de quem vai dirigir cada estrutura daquelas ainda não – não se sabe se vão ser diretores ou vice-presidentes. Isso está em discussão”, comentou. “O que está definido é que vai haver um enxugamento em termos de cargos gerenciais. E grande”, complementou o professor.
A reestruturação do comando da estatal, de acordo com ele, tem como objetivo aumentar a eficiência da gestão da companhia.
“O que está sendo feito é para dar agilidade e preservar a capacitação técnica. Isso é estratégico. A Petrobras não pode perder a capacidade técnica”, afirmou. “É para ser mais efetivo e evitar pulverizações de temas que estão pulverizados e se repetem em várias gerências. A ideia é agrupar”, completou.
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