Novo presidente da Petros toma posse e diz que desafio é equacionar déficit da fundação

Atualmente, 48 mil assistidos e 2,3 mil participantes da ativa de dois dos planos mais antigos estão pagando contribuições extras

O novo presidente da Petros, Marcelo Farinha, afirmou, em mensagem enviada aos participantes nesta segunda-feira, que seu compromisso será trabalhar para o equilíbrio dos planos do fundo de pensão dos funcionários da PetrobrasCotação de Petrobras. Segundo ele, o equacionamento do déficit é uma “dor que inquieta”, “aflige e mina a tranquilidade” dos que mantêm na entidade seus investimentos.

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Na mensagem, ele diz que será “incansável” no trabalho para “fortalecer a imagem institucional perante todos os nossos públicos de interesse”. E pede que a equipe da instituição não se intimide “pela complexidade deste enorme desafio” de “viabilizar soluções sustentáveis, justas e que restabeleçam a confiança na capacidade da Petros”.

Atualmente, 48 mil assistidos e 2,3 mil participantes da ativa de dois dos planos mais antigos estão pagando contribuições extras no valor de 17% a 20% do benefício bruto mensal para equacionar um déficit de R$ 42 bilhões referente a resultados de 2018, 2021 e 2022.

Farinha tomou posse na última sexta-feira, após ser habilitado pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), órgão que supervisiona os fundos de pensão. Aprovado pelo conselho deliberativo da fundação no início de julho, ele já foi diretor de investimentos e benefícios do Economus Instituto de Seguridade Social.

Antes de ter seu nome aprovado para o fundo de pensão da PetrobrasCotação de Petrobras, ocupava o cargo de diretor de administração e finanças da Pouprev Fundação de Seguridade Social, entidade fechada de previdência complementar dos funcionários da Poupex.

O executivo também foi presidente, diretor administrativo, financeiro, de riscos e controles e diretor comercial na Brasilcap Capitalização, além de presidente da Federação Nacional das Empresas de Capitalização (Fenacap) e vice-presidente da CNseg, entidade do setor de seguros. No conglomerado do Banco do Brasil, tem 35 anos de carreira na área financeira.

Com a posse oficial, Marco Aurelio Viana, que ocupava interinamente a presidência, retomou seu cargo na diretoria de seguridade, e Fred Schulz, que ocupou nesse período a diretoria, reassume como gerente executivo atuarial e de desenvolvimento de planos.

Nesta segunda-feira, segundo comunicado da fundação, o novo executivo se reuniu com os presidentes dos conselhos deliberativo e fiscal (Gustavo Dimitri e Silvio Sinedino, respectivamente) e os diretores Gustavo Gazaneo (investimentos) e João Marcelo Torres (riscos, finanças e tecnologia), além de Viana.

O presidente anterior, Henrique Jäger, havia assumido em 2023 e deixou o cargo em abril para se tornar CEO na Petrocoque, empresa de comercialização e produção de coque calcinado de petróleo, controlada por (50%) e Universal Empreendimentos, com sede em Cubatão (SP).

https://valor.globo.com/financas/noticia/2025/08/04/novo-presidente-da-petros-toma-posse-e-diz-que-desafio-e-equacionar-deficit-da-fundacao.ghtml

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