Para assumir, eles dependem de aprovação pela assembleia geral ordinária da Petrobras, que ocorrerá no dia 13 de abril
O Ministério de Minas e Energia confirmou a indicação do economista Adriano Pires para suceder o general Joaquim Silva e Luna no comando da Petrobras. A indicação ocorre após o presidente Jair Bolsonaro decidir trocar o comando da empresa em meio à crise dos preços altos combustíveis.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!De acordo com o ministério, foram indicados seis nomes pela União — como acionista controladora — para compor o conselho de administração da estatal. Para assumir, eles dependem de aprovação pela assembleia geral ordinária da Petrobras, que ocorrerá no dia 13 de abril.
A lista aponta Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, para exercer a presidência do conselho da estatal e Pires, atual presidente do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), para o cargo de presidente da companhia.
“O governo renova seu compromisso de respeito à sólida governança da Petrobras, mantendo a observância dos preceitos normativos e legais que regem a empresa”, afirmou o ministério, em nota.
Os outros seis indicados para o conselho são: Sonia Villalobos, Luiz Henrique Caroli, Ruy Flaks Schneider, Marcio Weber, Eduardo Karrer e Carlos Eduardo Lessa Brandão.
Villalobos é professora de pós-graduação e já atua como conselheira da Petrobras desde 2018. Schneider, engenheiro, também já faz parte do colegiado na petroleira e na Eletrobras. Weber, que trabalhou por 16 anos na estatal e foi um dos pioneiros no desenvolvimento da Bacia de Campos, seguiu carreira em outras empresas da cadeia de petróleo e gás.
Caroli é almirante de esquadra da Marinha e foi representante do Brasil junto à Organização Marítima Internacional. Karrer foi executivo de empresas como Brasil Plural, Rio Polímeros e Eneva. Brandão já foi membro do conselho de companhias como CEG, Cemig, Progen e Multiner.
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