Informe de Investimentos Petros – prévia | PPSP-R | novembro de 2021

Renda fixa

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O mês de novembro terminou com a aprovação da PEC dos precatórios na Câmara dos Deputados e a matéria seguiu para tramitação no Senado Federal. Após extensas discussões, a solução apreciada pelo Senado foi bem recebida pelo mercado. A curva de juros começa a dar sinais de arrefecimento nos prêmios embutidos ao longo do imbróglio criada para acomodar os gastos com o novo auxílio e as emendas parlamentares do relator.

O IMA-B 5+, benchmark dos vencimentos indexados ao IPCA com prazo superior a cinco anos, recuperou grande parte das perdas e fechou o mês com ganhos de 4,47%, reduzindo o acumulado negativo no ano para 6,23%. O IMA-B 5 também apresentou bom desempenho, com alta de 2,50% em novembro e ganhos de 3,75% no ano. Por fim, o IRF-M, que é o benchmark dos títulos pré-fixados, teve rendimento positivo de 1,79% no mês, diminuindo as perdas acumuladas para 3,81%.

A carteira de renda fixa consolidada da Petros rendeu 4,30% em novembro, devido à elevada concentração de títulos indexados ao IPCA com prazo superior a cinco anos. No ano, porém, o segmento apresenta leve retração de 0,46%. O fundo FP Inflação Curta FIM teve ganhos de 2,49%, reduzindo o acumulado negativo no ano para 0,60%. O FP Inflação Longa FIM também encerrou o mês com rentabilidade positiva, em 4,49%, mas acumula desvalorização de 8,01% no ano.

* Os dados da rentabilidade são prévios e podem sofrer alteração, em função, por exemplo, da reavaliação de ativos ilíquidos, procedimento realizado todo ano por ocasião do fechamento contábil.

Renda variável

Nas bolsas internacionais, as três primeiras semanas de novembro deram continuidade ao ciclo de otimismo e ganhos observado ao longo dos últimos meses. Contudo, no fim do mês, o movimento foi revertido com a descoberta de uma nova variante do coronavírus. Além disso, declarações de importantes autoridades do FED contribuíram para a piora da performance dos ativos de risco a nível global. O S&P 500 encerrou o mês em queda de 0,8%. No Brasil, o Ibovespa engatou o quinto mês seguido de perdas, com desvalorização de 1,5%. O comportamento negativo da bolsa brasileira é explicado pelo conjunto de elementos já elencados em cartas anteriores: a alteração no teto dos gastos, o aumento das pressões inflacionarias, a política monetária restritiva e um novo ciclo de revisões pessimistas para o desempenho da economia em 2022.

O FIA Petros Seleção Alta Liquidez, com patrimônio de R$ 2,2 bilhões, encerrou novembro com rentabilidade negativa de 1,2% (+0,3% em relação ao benchmark). O FIA Petros Ativo, com patrimônio de R$ 1,5 bilhão, teve retração de 3,0%, sendo 1,4% inferior ao Ibovespa. Em nossa estratégia passiva, o FP Ibovespa FIA, com R$ 4,3 bilhões de patrimônio, registrou queda de 1,4%, resultado 0,2% acima do benchmark.
Dentro da carteira própria de ações, as ações de giro (R$ 388 milhões) apresentaram perdas de 6,5%, enquanto as de participações (R$ 4,3 bilhões) tiveram rentabilidade negativa de 11,4%, com alfas respectivos de -5,0% e -9,8% em relação ao benchmark.

Multimercados

O Índice de Hedge Funds da Anbima (IHFA) teve perda de 0,49% em novembro, reduzindo o resultado positivo para 0,8% desde o início do ano. Na nossa carteira, o Fundo Petros Carteira Ativa Multimercado (FP CA FIM), multimercado de gestão própria, teve alta de 1,39%, mas acumula desvalorização de 0,36% no ano.

Na gestão terceirizada, o FP FOF Multimercado, com R$ 1,9 bilhão de patrimônio líquido, subiu 0,8% em novembro, com ganho de 4,57% no ano. Já o FP FOF 4661 Multimercado, que conta com R$ 263 milhões de patrimônio líquido, rendeu 0,26% no mês, somando valorização de 2,5% no ano.

Fundos de Investimentos em Participações (FIPs)

Não houve movimentações relevantes em novembro.

Imóveis

O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX), calculado pela B3, fechou o mês em queda de 3,64%, com perda acumulada de 10,16% no ano. Nossos investimentos em imóveis perderam 1,06% em novembro e acumulam desvalorização de 1,32% no ano.

Investimento no exterior

No cenário internacional, uma mudança no discurso do presidente do FED, Jerome Powell, fez os mercados globais reagirem com a expectativa de antecipação do aumento de juros e da conclusão do processo de redução de estímulos. Com isso, a moeda americana valorizou 2% no último mês frente a uma cesta com as principais moedas do mundo. O real apreciou 0,25% em relação ao dólar, encerrando o mês cotado a R$/US$ 5,62.

Nossa carteira de investimento no exterior, com R$ 224 milhões de patrimônio líquido, teve perda de 0,85%. Desde o início da estratégia, em outubro, o segmento registra leve alta de 0,02%. O foco dessa modalidade de investimento é aplicar estratégias que possuem baixa correlação com ativos locais, visando à otimização do desempenho global.

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