Ainda não há detalhes, mas regulador deverá analisar declarações de Bolsonaro sobre a petroleira e a forma como foi feita a indicação do general Silva e Luna para substituir Castello Branco
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu o terceiro processo administrativo para apurar questões referentes aos acontecimentos mais recentes envolvendo a Petrobras. A área técnica responsável pela análise é a Superintendência de Relações com Empresas (SEP) e as análises envolvem “notícias, fatos relevantes e comunicados”, assunto comum aos outros dois processos administrativos abertos recentemente pela autarquia.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!Ainda não há detalhes, mas o regulador deverá analisar as recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre a petroleira e a forma como foi feita a indicação do general Joaquim Silva e Luna para substituir o presidente Roberto Castello Branco.
Tudo é ainda incipiente, e a CVM depende dos próximos passos na própria petroleira. Depois de analisar os fatos, a autarquia pode abrir um processo sancionador, com a instauração de um termo de acusação, mas ainda leva tempo.
Mais cedo, questionada sobre a possibilidade de realizar uma verificação preliminar para entender se haveria necessidade de abertura de processo sobre operações com opções de venda de ações da Petrobras, conforme apurou o Valor PRO (serviço de informações em tempo real do Valor), a autarquia enviou uma resposta padrão de que “acompanha e analisa informações e movimentações envolvendo companhias abertas, tomando as medidas cabíveis, sempre que necessário”.
As informações vieram à tona depois de terem sido publicadas na coluna de Malu Gaspar, do jornal “O Globo”. A reportagem afirma que houve uma compra de opções da Petrobras (PETRN265) na quinta-feira passada, após o fim da reunião do presidente Jair Bolsonaro com autoridades do governo para discutir os rumos da Petrobras.
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