As estratégias baseadas em fundos ativos, com mandatos específicos e diversificados, além de alta liquidez, foram fundamentais no processo de recuperação da rentabilidade este ano, configurando-se em um diferencial diante do cenário adverso da economia. Entre os destaques da carteira estão dois fundos internos, que, juntos, somam cerca de R$ 6,2 bilhões de patrimônio, representando mais de 5% dos ativos totais da Fundação (de cerca de R$ 106 bilhões), e são geridos por nossa equipe investimentos.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!O Fundo de Investimentos em Ações Petros Ativo registrou forte alta em novembro: de 11,82%, acumulando valorização de 11,11% em 12 meses, segundo a prévia de novembro, resultado 10,5 pontos percentuais acima do Ibovespa. No acumulado do ano, avançou 1,87, enquanto o Ibovespa caiu 5,84%. Já o Fundo Petros Carteira Ativa Multimercado (FP CA FIM) teve rentabilidade de 11,54%, equivalente a 132% do CDI, referencial do mercado, no acumulado dos anos de 2019 e 2020. Com este sólido desempenho, no comparativo interno de fundos com o mesmo perfil, o FP CA FIM é o terceiro melhor do mercado, superando fundos de assets e bancos.
“A Petros tem se sobressaído em fundos ativos quando comparada com grandes gestores, com resultados compatíveis com melhores investimentos disponíveis no Brasil. O feito é ainda mais relevante ao consideramos o tamanho do nosso patrimônio, muitas vezes maior do que o destes fundos, assim como a governança mais ampla e formal. Estes resultados consolidam a profissionalização das equipes de investimentos e nossa estratégia de gestão ativa, em busca de melhores resultados”, destacou o diretor de Investimentos, Alexandre Mathias.
O FIA Petros Ativo investe em ações de empresas listadas na Bovespa, selecionadas pela equipe interna de gestão de renda variável, baseado em uma estratégia diversificada e com alta liquidez, buscando retornos superiores ao Ibovespa. Enquanto o Fundo Petros Carteira Ativa Multimercado atua no mercado de juros, moedas e ações, e investe em diferentes ativos para buscar valorização acima do CDI, com baixa volatilidade – o portfólio inclui operações atreladas a títulos públicos do Brasil e dos Estados Unidos, índices como o Ibovespa e o S&P 500, e moedas como euro, iene e dólar australiano.
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