Polícia investiga ameaça de morte a integrantes do jurídico da Refer



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A Polícia Civil do Rio de Janeiro está investigando um caso de ameaça de morte que mira integrantes do novo corpo jurídico do fundo de previdência da Rede Ferroviária Federal (Refer).

Desde que assumiu a Refer, a nova gestão vem passando um pente-fino nas contas do fundo para reaver parte dos R$ 2 bilhões de perdas sofridas por ex-diretores suspeitos de gestão fraudulenta e temerária.

Relembre

Os dois inquéritos abertos pela PF para apurar irregularidades na diretoria da Refer — fundo de pensão que engloba funcionários da Valec, da ex-RFFSA, CBTU, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e Riotrilhos, entre outras empresas do setor ferroviário — investigam a venda de empresas por preços irrisórios através de pagamento de propinas.

As empresas tinham como maiores investidores os fundos de pensão.

A suspeita é de que os diretores (que foram demitidos e que puderam voltar aos cargos por decisão judicial, mas que foi cassada no dia seguinte) recebiam propinas para validar laudos de consultorias sem expressão que depreciavam as empresas, jogando o valor dos ativos para baixo.

No caso da Refer, os diretores validaram a venda de duas empresas. Uma que valia R$ 35 milhões e foi vendida por R$ 2,5 milhões. E outra, que foi vendida por 10% do valor dos contratos vigentes.

A PF também investiga a participação de um banco no esquema.

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