JEANE GREEF: Transição da regulação do plano e dos programas complementares – AMS Petrobras

TECNOLOGIA A FAVOR DA SAÚDE

Incorporar soluções tecnológicas disponíveis no mercado, mas ainda não adotadas pela AMS Petrobras, para a análise de dados sobre uso do benefício é um dos avanços propostos pelo novo modelo de gestão do plano de saúde, que entrará em vigor em 2021. Nesta entrevista, a gerente de Regulação, Normas de Sistemas de Saúde da AMS Petrobras, Jeane Greef, que atua desde 2010 na área, ressalta as vantagens da mudança. “Com o aporte de tecnologia será possível conhecer melhor os nossos beneficiários, acompanhar a sua jornada e atuar de forma proativa para atender as suas necessidades. As novas ferramentas também contribuirão para reduzir as despesas atuais, gerando um plano de saúde melhor e com menor custo para todos nós”, aposta Jeane, que integra a equipe que prepara a transição da AMS Petrobras para uma associação sem fins lucrativos.

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Qual o seu papel na equipe de transição para o novo modelo de gestão?

Faço parte do grupo que está preparando a transição da regulação do plano e dos programas complementares, como o Programa de Atenção Domiciliar (PAD) e o Benefício Farmácia, do modelo atual para o de uma associação sem fins lucrativos. Estamos trabalhando para que a mudança ocorra sem descontinuidade dos serviços e para que todas as informações dos beneficiários sejam preservadas, garantindo a confidencialidade.

Quais os desafios, hoje, em relação a processos regulatórios?

Os principais problemas que enfrentamos na gestão do benefício estão relacionados à defasagem tecnológica e à dificuldade de acesso aos dados sobre uso do plano de saúde, com agilidade. Nossos sistemas de informação estão obsoletos em relação ao mercado. As bases de dados não estão plenamente integradas, o que prejudica o cruzamento de informações. Essa situação limita a geração de controles e a análise estratégica de dados sobre o uso do plano de saúde, o que é fundamental para melhorar a qualidade dos serviços prestados aos beneficiários e para reduzir os custos da operação.

O que mudará, nesse sentido, com o novo modelo de gestão?

Estamos em uma empresa especializada na indústria de óleo, gás natural e energia. Nem sempre as necessidades da AMS são priorizadas frente aos demais projetos da companhia. Com uma associação sem fins lucrativos, criada única e exclusivamente para a gestão do benefício saúde, não precisaremos dividir recursos e oportunidades com outras áreas da Petrobras. Teremos autonomia para implementar soluções que gerem mais agilidade e buscar profissionais de mercado com expertise em saúde suplementar.

Quais as suas expectativas em relação ao novo modelo de gestão?

Entregar um benefício ainda melhor, com processos ágeis, e ter maior proximidade com nossos beneficiários. Com o aporte de tecnologia será possível conhecer melhor os nossos beneficiários, acompanhar a sua jornada e atuar de forma proativa para atender as suas necessidades. As novas ferramentas também contribuirão para reduzir as despesas atuais, gerando um plano de saúde melhor e com menor custo para todos nós.

https://ams.petrobras.com.br/portal/ams/beneficiario/jeanne-greef-tecnologia-a-favor-da-saude.htm

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