BRF se arma para enfrentar Seara no mercado de margarinas

Empresa também reativou em fevereiro deste ano a linha de produção de margarinas na fábrica de Uberlândia

Por Robson Bonin – 22 abr 2020, 17h32
MargarinaBRF reativou em fevereiro deste ano a linha de produção de margarinas na fábrica de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, que estava parada desde 2017. Com um aporte de 2,5 milhões de reais na planta, a empresa ampliou sua capacidade de produção de margarina em 35% VEJA.com/Thinkstock/Thinkstock

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A BRF está lutando com unhas e dentes para proteger sua soberania no mercado nacional de margarinas. Em 2 de abril, a dona da Qualy entrou como parte interessada no processo em que o Cade avalia a compra da divisão de margarina da Bunge, composta pelas marcas Delícia, Primor e Gradina, pela Seara. A operação foi anunciada em dezembro de 2019.

Enquanto ganha tempo, a BRF reativou em fevereiro deste ano a linha de produção de margarinas na fábrica de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, que estava parada desde 2017. Com um aporte de 2,5 milhões de reais na planta, a empresa ampliou sua capacidade de produção de margarina em 35%.

Caso aprovado no CADE, a compra dos ativos de margarina da Bunge por 700 milhões de reais tornará a Seara um dos poucos players capazes de concorrer com a BRF no segmento em que a rival reina absoluta. Só no Rio de Janeiro, por exemplo, a BRF detém 80% do mercado.

BRF se arma para enfrentar Seara no mercado de margarinas | VEJA

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