Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!O IMA-Geral, que reflete a média da trajetória dos títulos públicos, recuou 0,80%, acumulando perda de 0,58% no mês
Investidores que possuem papéis do Tesouro Direto em suas carteiras de investimento amargaram nesta segunda-feira um dos piores dias desde 18 de maio de 2017, data em que o mercado reagiu mal aos áudios envolvendo o então presidente da República em denúncias de corrupção (Joesley Day).
Os indicadores que a Anbima calcula para medir o retorno médio dos títulos públicos apontaram baixa expressiva para um único no dia no mercado de renda fixa. O IMA-Geral, que reflete a média da trajetória dos títulos públicos (de diferentes tipos), recuou 0,80% apenas nesta segunda, acumulando perda de 0,58% no mês.
Os indicadores que refletem o desempenho dos títulos Tesouro IPCA+ (antigas NTN-Bs) apresentaram as maiores baixas: o IMA-B, que acompanha a média de retorno desses papéis, teve perda de 2,18%. Já o IMA-B 5+, que expressa a carteira acima de cinco anos, caiu 3,38%. No mês, esses subíndices têm retornos negativos de 1,91% e de 3,32%, respectivamente.
A variação média dos prefixados, representada pelo subíndice IRF-M, foi negativa em 0,57%. Já os títulos com vencimentos maiores do que um ano, representados pelo IRF-M 1+, chegaram a cair 0,85%. Em março, as quedas acumuladas desses subíndices são de 0,20% e de 0,37%.
Vale lembrar que a contrapartida desta queda é o aumento das taxas de remuneração para quem comprar títulos prefixados e atrelados a inflação a partir de agora, neste novo cenário. Além disso, para o investidor de Tesouro Direto que carregar os investimentos até o vencimento, a queda de hoje não representa prejuízo.
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