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A Previ fechou o ano de 2018 com um superávit de R$ 6,5 bilhões no Plano 1 (leia mais), de benefícios definido, consolidando a tendência de ampliação dos resultados positivos verificados desde 2016. Confira abaixo trechos da entrevista com o Diretor de Investimentos da Previ, Marcus Moreira de Almeida: Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!
Resultados positivos em 2018 – “A Previ teve um ano positivo, com desempenhos superiores à meta atuarial acumulada de 8,61% em seus planos de benefícios. O Plano 1, o mais antigo da Entidade e de Benefício Definido, teve uma rentabilidade acumulada de 18,82%. O segmento com mais destaque do Plano 1 foi o de renda variável, com uma rentabilidade no ano de 29,44%”.
Oportunidade com as NTN-Bs – “O clima mais otimista do início do ano resultou em redução do nível de rentabilidade dos títulos federais de renda fixa, reduzindo nosso ritmo de novas aquisições. No período pós-greve dos caminhoneiros, uma elevação nas taxas desses títulos tornou as aplicações mais atrativas e a Previ aproveitou a oportunidade, chegando a adquirir cerca de R$ 5 bilhões em papéis de prazo mais longo, notadamente as NTN-B (indexadas ao IPCA), em estratégia coerente com nosso ALM. Com as taxas em tendência de queda nos últimos meses de 2018, foi possível capturar uma boa rentabilidade”.
Volatilidade na renda variável – “Marcado por forte volatilidade durante todo o período, o segmento de renda variável também iniciou o ano sob perspectiva positiva, mas passou por quedas expressivas até setembro. A partir do terceiro trimestre, com a definição do panorama eleitoral, houve boa recuperação nos índices da Bolsa de Valores, o que permitiu acelerar o ritmo de vendas. Ainda foram feitas compras, em volume pequeno, para aumentar a diversificação da carteira em geral”.
Alta dos estruturados – “Nos demais segmentos, nos quais a Previ tem posições menores, o ano também foi positivo, de modo geral. Os investimentos estruturados repetiram o bom desempenho de 2017 e obtiveram uma rentabilidade acumulada de 26,55%. O resultado se deve ao amadurecimento natural dos ativos investidos”.
Importância da governança – “A governança deve ser o eixo central da credibilidade de uma EFPC. É ela que protege os participantes. No caso da Previ, a ideia é fazer parte do cotidiano de todos os colaboradores. Exercer a governança vai muito além de simplesmente obedecer regras. É preciso sempre estar um passo à frente, com uma visão apurada de longo prazo, que gera segurança para os associados mesmo nos momentos mais turbulentos da conjuntura político-econômica”.
Fonte: Abrapp |
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