Na última quarta-feira (03/04), o Ibama concedeu licença prévia 601/2019 para a terceira fase de desenvolvimento de produção no Pré-sal da Bacia de Santos, para a Petrobras.
O formulário listando as atividades foi enviada ao Ibama em novembro de 2014 e os dados para elaboração do impacto ambiental no local foi fornecido em julho de 2015.
A estimativa é que esse novo ciclo de investimentos na região necessite de 11 FPSOs para sistemas de produção definitivos, dois pilotos de produção e outros 10 testes de loga duração (TLD) ou sistemas antecipados de produção (SPA), TLDs e SPAs são uma etapa de avaliação, que podem durar de 6 meses a 1 ano, sem instalação de unidade definitiva.
Segundo nota do Ibama, espera-se que tais investimentos gerem um aumento de produção do país de 500 mil barris por dia de óleo e 16 milhões de m³/dia de gás natural.
Portanto o Brasil deve ultrapassar a marca de 3 milhões de barris de produção diária.
O projeto que foi apresentado ao Ibama
O processo de licenciamento ambiental definitivo da 3ª etapa do Pré-sal, em que o Ibama trabalhará, reúne um total de 23 empreendimentos: um Teste de Longa Duração (TLD), nove sistemas de produção antecipada, um piloto de produção de curta duração, 11 projetos de desenvolvimento de produção, onde se encaixam os FPSOs e um piloto de longa duração.
Ao Ibama, entanto, não foi apresentado o cronograma dos projetos de desenvolvimento, e como ainda não foram incluídos no plano de negócios 2019-2023 da Petrobras, estima-se que sejam projetos para o seu próximo plano de negócios.
Terceira fase do Pré-sal autorizada, serão necessários mais 11 FPSO – Click Petróleo e Gás
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