Na manhã dessa sexta-feira (5), a FNP participou de uma apresentação sobre a relação de custeio de AMS, no Edicin (Edifício Cidade Nova), embora previsto no Acordo Coletivo de 2017 medidas que deveriam ter sido tomadas para reduzir os custos de AMS. Por exemplo: o programa de prevenção e o Programa de Avaliação da Saúde do Aposentado (PASA), que não foram implementados.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!De acordo com a apresentação, a companhia apurou o resultado de 2018 e constatou que a relação 70×30 não foi alcançada. A direção da empresa alegou existir um déficit de 120 milhões em arrecadação e que este custo não foi passado para os trabalhadores.
Na proposta de ajuste apresentada, para estar dentro do custeio 70×30, a empresa sugere que o déficit seja pago em 5 parcelas. As entidades presentes questionaram a proposta, por entender que o ano anterior deve ser parcelado em 12 vezes, porém, pontuaram que só as parcelas não bastam.
A companhia deve tomar medidas para que a cobrança mensal esteja dentro da realidade do custeio. Nesse sentido, as Comissões podem ajudar.
Na apresentação, a presa também mostrou o custo de cada uma das pessoas, respeitando a tabela salarial de cada trabalhador, que terá o valor de cada participante, sendo ele titular ou dependente.
Assim, a iniciativa da empresa denota que querem resolver todo o custeio até o próximo Acordo Coletivo. A FNP sabe que a companhia quer dividir o custo em parcelas porque, no ACT, vão querer implementar a resolução 23, que aumenta a participação dos trabalhadores no custeio de AMS, prevista para ser implementada até dezembro de 2021.
Diante disso, a empresa, provavelmente, vai antecipar essa adequação à resolução. Para a FNP, o que a empresa pretende resolver tudo para não juntar as parcelas do custeio com o aumento que ela vai propor da participação dos trabalhadores.
Os trabalhadores devem ficar atentos, precisam participar das assembleias, pois o que vem pela frente será um Acordo Coletivo “endurecido”.
A FNP vai continuar questionando esses valores apresentados. A empresa ainda vai enviar um ofício para as entidades com a proposta de ajuste e a FNP vai propor que o parcelamento do déficit seja em mais parcelas, para que, mensalmente, o trabalhador não sinta um impacto tão grande na folha de pagamento.
Também participaram da reunião representantes do Sindicato Nacional dos Oficiais da Marinha Mercante (SINDMAR) e Confederação dos Marítimos. A FUP também foi convidada, mas, não compareceu.
Petrobrás cria política de achaque em AMS – Notícias | FNP – Federação Nacional dos Petroleiros
http://www.fnpetroleiros.org.br/noticias/5304/petrobras-cria-politica-de-achaque-em-ams
Você precisa fazer login para comentar.