Trabalhos do grupo estavam previstos para acabar em 31 de dezembro. Operação deflagrada pela PF investiga supostas irregularidades em fundos de pensão ligados a estatais.
O Conselho Superior do Ministério Público Federal decidiu nesta terça-feira (4) prorrogar por mais um ano os trabalhos da força-tarefa da Operação Greenfield. Os trabalhos do grupo terminariam em 31 de dezembro.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!Deflagrada pela Polícia Federal em setembro de 2016, a operação investiga supostas irregularidades em fundos de pensão ligados a estatais: Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Postalis (Correios) e Funcef (Caixa Econômica) – relembre a operação no vídeo mais abaixo.
Relator do caso no Conselho Superior do MPF, o subprocurador-geral da República, Nicolao Dino, votou pela renovação do prazo de trabalho da força-tarefa.
"Eu ressalto que esse caso é imenso. São vários desdobramentos. Estamos tratando de todos os casos que envolvem desvios nos fundos de pensão. Não é um caso específico", declarou.
Nicolao Dino destacou os resultados significativos alcançados pelo operação desde o início das investigações.
“Representa um trabalho hercúleo e os resultados que vem sendo alcançados são também significativos. Ressarcimento ao erário em valores superiores a R$ 11 bilhões, segundo registra o pedido do procurador titular”, disse Dino.
Ele foi acompanhado pelos demais representantes do Conselho. Ausente em razão de uma agenda, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, não votou.
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