Candidata a Deputada Federal – São Paulo – Partido Novo
ÉRICA GORGA, professora, pesquisadora e advogada. É bacharel em Direito e doutora em Direito Comercial pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, com pós-doutoramento na Universidade do Texas. Foi professora nas Universidades do Texas, Cornell e Vanderbilt. Foi Diretora do Centro de Direito Empresarial da Yale Law School e pesquisadora em Stanford e Yale. Foi professora da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas por 10 anos. Recentemente atuou como perita (expert witness) junto à Corte Federal de Nova York (United States District Court Southern District of New York) na ação coletiva da Petrobras (class action), a maior ação cível de ressarcimento por fraudes cometidas por uma companhia estrangeira na história dos Estados Unidos. Autora de livros e artigos nacionais e internacionais.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!PORQUE SOU CANDIDATA
Como professora de direito, pesquisadora e advogada, há vinte anos estudo e ensino as leis brasileiras e as estrangeiras na teoria e na prática. Minha conclusão é que muitas das nossas leis, senão a maioria, são falhas quando comparadas às leis de outros países. Já contribuí para o aperfeiçoamento do nosso sistema jurídico com a publicação de livros e artigos. Mas cheguei à conclusão de que isso é insuficiente. Só quem está no Congresso Nacional pode mudar a realidade. Por isso, resolvi me candidatar, para ter a oportunidade de propor leis que contribuam para um país melhor para todos.
REFORMA DO SISTEMA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR
Nossa meta é propor leis que tragam mais transparência, segurança jurídica e prevenção de fraudes e corrupção na gestão dos recursos de aposentadoria dos trabalhadores.
Os vídeos discutem o impacto bilionário da corrupção e da má gestão nos fundos de aposentadoria de milhares de brasileiros. Brasileiros, após trabalharem honestamente por uma vida inteira, estão pagando a conta da corrupção. Foram noticiados rombos nos fundos de pensão de carteiros e funcionários dos Correios (POSTALIS), petroleiros (PETROS), bancários (FUNCEF), analistas de informática (SERPROS), ferroviários (REFER), portuários (PORTUS) e outros.
Há também rombos nos fundos de aposentadoria dos funcionários de prefeituras paulistas. Nossa meta é criar leis que tragam mais transparência, segurança jurídica e prevenção de fraudes e corrupção na gestão dos recursos do sistema de previdência complementar. Devemos criar mecanismos de prestação de contas e de recuperação dos recursos desviados, a exemplo da legislação americana e européia sobre fundos de pensão.
COMBATE À CORRUPÇÃO COM FOCO NA DEVOLUÇÃO DO DINHEIRO DESVIADO
Nossa meta é criar leis que permitam a devolução do dinheiro desviado na corrupção aos legítimos donos.
O sistema de combate à corrupção no Brasil hoje busca principalmente a prisão de corruptos e corruptores, mas negligencia a reparação civil aos prejudicados pela corrupção, enquanto criminosos mantêm fortuna pessoal proveniente de lucros ilícitos. Nossa meta é repensar e criar leis para a devolução dos valores desviados em esquemas fraudulentos com reparação civil dos prejudicados finais pela corrupção.
O vídeo explica porque são permitidas decisões de juízes com conflitos de interesses nos casos que julgam. A lei brasileira autoriza juízes a julgar amigos íntimos e até mesmo sócios, atrapalhando o julgamento imparcial de casos notórios de corrupção na atualidade, o que não ocorre nas cortes judiciais de outros países mais avançados. Nossa meta é reformar os códigos brasileiros para impedir tais tipos de julgamentos com suspeição do juiz.
GERAÇÃO DE EMPREGOS E EMPREENDEDORISMO
Nossa meta é atuar ativamente para a geração de mais empregos. Defendendo os interesses de empresas produtivas, com a redução da burocracia, maior acesso a crédito e financiamento a taxas de juros menores, aumentando a competitividade empresarial e estimulando a geração de novas tecnologias.
O vídeo explica porque produtos industriais e eletrônicos são tão custosos nos Brasil. Precisamos criar condições legais que permitam maior acesso a financiamento e investimento nas empresas nacionais. Nossa meta é propor reformas legais no sistema empresarial e financeiro para facilitar o desenvolvimento de novas tecnologias no país, gerando novos empregos em toda a cadeia produtiva.
O vídeo trata das taxas de juros elevadíssimas no Brasil, que impedem o acesso ao crédito, dificultando a vida de empresários e consumidores. Muitos acabam se endividando e não conseguindo honrar pagamentos. Nossa meta é reformar as leis do mercado financeiro e de capitais para permitir acesso ao crédito a custos mais baixos, fomentado a competição bancária, e dar segurança para o desenvolvimento da indústria de fintechs.
EDUCAÇÃO
Nossa meta é priorizar a formação de professores e a elevação do nível do ensino.
ARTIGOS DE ÉRICA GORGA
Clique nos links abaixo para abrir os artigos:
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Benefícios privativos de controladores no Brasil. Estado de São Paulo, 31 de julho de 2018, p. A2.
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“Assalto” recorrente a aposentadorias. Estado de São Paulo, 11 de maio de 2018, p. A2.
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Desgovernança imprevidente, Folha de S.Paulo, 24 de março de 2018.
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Investimento em ‘campeãs invisíveis’. Estado de São Paulo, 17 de março de 2018, p. A2.
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A condenação de Lula e a releitura do impeachment. Estado de São Paulo, 30 de janeiro de 2018, p. A2.
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Acordo da Petrobrás, quem paga e quem ganha, Estado de São Paulo, 4 de janeiro de 2018.
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Mercado sem lei, Estado de São Paulo, 30 de dezembro 2017, p. A2.
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A outra previdência, Estado de São Paulo, 15 de novembro de 2017, A2.
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Da leniência Robin Hood à prisão de Wesley Batista, Estado de São Paulo, 22 de setembro de 2017, A2.
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Um é pouco, dois são demais, Estado de São Paulo, 6 de setembro de 2017.
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Lava-Jato: custo-benefício, quem paga e quem ganha, Estado de São Paulo, 29 de agosto de 2017.
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A falta de reparação pelos crimes na Lava Jato, Estado de São Paulo, 02 de agosto de 2017, A2.
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A guerra ‘das estrelas’ brasileira, O Globo, 1 de julho de 2017.
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As viagens de Temer e Joesley, Folha de S.Paulo, 13 de junho de 2017.
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Necessidade de revisão técnica e não política, Estado de São Paulo, 30 de maio de 2017, A2.
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A mais escandalosa das delações, Estado de São Paulo, 22 de maio de 2017.
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O ‘petromonialismo’ da Operação Lava Jato, Estado de São Paulo, 5 de abril de 2017, A2.
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A desvalia do novo Código Comercial, Estado de São Paulo, 10 de junho de 2016, p. A2 (em co-autoria com Carlos Henrique Abrão, Rachel Sztajn e Haroldo Malheiros Duclerc Verçosa).
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O resgate da credibilidade no mercado de capitais, Valor Econômico, 23 de maio de 2016, p. A 10.
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Ondas e capitais. Revista Veja, Edição 2464, ano 49, n. 16, 20 de abril de 2016, p. 72-73 (em co-autoria com Carlos Henrique Abrão).
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Pavilhão antidelação. Revista Veja, Edição 2464, ano 49, n. 6, 10 de fevereiro de 2016, p. 48-49 (em co-autoria com Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli).
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Sociedades estatais e mercado de capitais, Estado de São Paulo, 13 de janeiro de 2016 (em co-autoria com Carlos Henrique Abrão).
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Samarco ré, Petrobras vítima? Estado de São Paulo, 31 de dezembro de 2015 (em co-autoria com Carlos Henrique Abrão).
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Investidor brasileiro pagará conta da Petrobras duas vezes, Valor Econômico, 22 de abril de 2015, p. A 10.
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A Desgovernança da Petrobras, Valor Econômico, 27 de fevereiro de 2015, p. A 14 (em co-autoria com Francisco Petros).
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