A CVM tem incêndio para apagar no Petrolão

Aproveitando o gancho da madrugada em que as equipes de segurança e os bombeiros foram bem sucedidos em apagar um incêndio na Refinaria de Paulínia (SP), é preciso refletir sobre o rescaldo da corrupção na petrolífera. A Força Tarefa da Lava Jato insiste que a empresa é vítima. Investidores acusam Lula, Dilma, os dirigentes e conselheiros por eles colocados na “estatal de economia mista” como os seqüestradores da petrolífera.

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Ganha força, agora, uma nova ofensiva dos investidores lesados contra os órgãos que foram, no mínimo, omissos na ação preventiva contra tanta corrupção na Petrobras. Os alvos de críticas são algumas empresas transnacionais de auditoria e a Comissão de Valores Mobiliários – “xerife” do mercado de capitais no Brasil. As falhas tendem a aparecer no processo de Arbitragem qjue corre na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo.

A CVM tem um vício originário no modelo Capimunista tupiniquim. É uma autarquia em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda. No caso do Petrolão, fica no ar a dúvida sobre até que ponto os ex-ministros da Fazenda, Antônio Palocci e Guido Mantega, denunciados por corrupção na Lava Jato, exerceram alguma influência na CVM a eles subordinada. O fato objetivo é que muitas denúncias de investidores foram ignoradas ou arquivadas nos julgamentos administrativos investigativos ou sancionadores da CVM.

A mais recente ofensiva dos descontentes e prejudicados financeiramente com a corrupção no Petrolão é um “Manifesto sobre a Comissão de Valores Mobiliários”. Assinado pelo acionista minoritário da Petrobras, Romano Allegro, o documento será entregue ao presidente da CVM, Marcelo Barbosa, e alguns candidatos à Presidência da República identificados com o combate à corrupção. O Alerta Total reproduz o texto de quatro páginas, abaixo:

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