O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou documento ao juiz Sérgio Moro pedindo que ele rejeite o pedido da empresa Sete Brasil para ser assistente de acusaçãoem ação que investiga o pagamento de propina para contratação de sondas usadas pela Petrobras.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!A empresa foi criada em 2010 para construir sondas de perfuração para a exploração do pré-sal e alugá-las para a Petrobras.
Para a força-tarefa da Lava Jato, a Sete Brasil Brasil foi “idealizada, estruturada e implementada para dar continuidade ao esquema criminoso montado em desfavor da Petrobras”.
Como mostrou o blog, os advogados da Sete Brasil argumentaram a Moro que a empresa foi constituída para fins lícitos e não é uma “ferramenta do esquema criminoso”. Além disso, a equipe da empresa alegou que a Sete Brasil foi vítima do esquema hoje investigado.
No documento, o procurador Deltan Dallagnol e outros integrantes da Lava Jato reiteraram que “a ideia de extensão do esquema de corrupção endêmico e institucionalizado implementado em face da Petrobras nasceu junto com a própria idealização” da Sete Brasil.
“O MPF entende que a Sete Brasil não possui legitimidade para figurar como assistente de acusação nos presentes autos”, afirmam os procuradores.
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