Tem circulado pelas redes sociais, nos últimos dias, dois conteúdos que ilustram a clara diferença entre os enfoques que norteiam o programa das chapas concorrentes às eleições da FUNCEF.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!O primeiro conteúdo diz respeito à notícia veiculada, em diversos sites de notícias, de que a OAS teria delatado à PGR a interferência do ex-governador Jacques Wagner junto à FUNCEF, visando facilitar e obter a aprovação de investimento do interesse daquela construtura.
https://www.oantagonista.com/brasil/o-golpe-de-jaques-wagner-na-caixa/
Trata-se do FIP OAS Empreendimentos, de gestão e administração da CAIXA, que foi aprovado pela Diretoria da FUNCEF em 2013, em volume de R$400 milhões, voltado a projetos imobiliários em diversas regiões do País, dentre os quais alguns presentes na região do Rio de Janeiro chamada “Porto Maravilha”.
O investimento foi programado em duas parcelas: uma liberada no início de 2014, de R$200 milhões, e a seguinte no início de 2015, novamente de R$200 milhões.
Ainda no final de 2014, após a nossa chegada à FUNCEF, o Diretor Eleito Max foi designado para ocupar uma das cadeiras da Fundação no Conselho de Administração da empresa, sendo outra destinada à ex-presidente da CAIXA Maria Fernanda Ramos Coelho, conforme seleção feita à época pela Diretoria de Participações da FUNCEF (Sr Carlos Borges).
No início de 2015, considerando a exposição da OAS nas primeiras fases da Operação Lava-Jato, e com as informações, “de dentro” da empresa, sobre sua real situação econômica, os Diretores eleitos apresentaram à Diretoria proposta de voto para impedir a liberação da parcela remanescente, de R$200 milhões, face à iminente insolvência da companhia e do próprio grupo, que de fato veio a requerer, na Justiça, a declaração de recuperação judicial, que foi concedida e encontra-se em curso até o momento.
Graças à iniciativa, e após diversas e tensas reuniões na Diretoria Executiva, a FUNCEF deixou de aportar os recursos, que literalmente foram “salvos” do destino da parcela inicial, liberada no começo de 2014, e que foi integralmente provisionada para perda.
Tal investimento figura na operação Greenfield, na CPI dos Fundos de Pensão e possui auto de infração lavrado pela PREVIC, sendo objeto das Comissões temporárias de Apuração em curso na Fundação, cujos integrantes foram recrutados dentre os colegas aposentados da FUNCEF, conforme proposta apresentada pelos Diretores Eleitos.
Essa postura e atitude foram demonstradas em diversos outros episódios, que serão relembrados ao longo dessa campanha, e ilustram nosso compromisso e dedicação com o real interesse dos participantes.
Esse episódio, agora relembrado, merece toda a nossa indignação face ao seu simbolismo sobre as práticas que ocorriam na Fundação e sua profunda relação com os déficits gerados e os equacionamentos que todos pagamos.
Enquanto isso, há os que silenciam sobre tais fatos, tratam-no como “passado”, apesar de seus efeitos atuais e diretos nos déficits ocorridos e nos equacionamentos em curso.
Esses preferem enfatizar e direcionar sua indignação para a questão da gestão administrativa, que apesar de relevante, é absolutamente desproporcional em seus efeitos e impactos sobre nosso patrimônio e renda.
Em mensagens com forte tom de indignação, esses preferem dizer que os reais problemas da FUNCEF encontram-se na sua gestão administrativa, apesar de este desafio ter sido enfrentado de frente por meio da redução de quadros, revisão dos maiores contratos de serviços de terceiros, além da implementação de diversas medidas de racionalização de despesas e rotinas operacionais.
Outra diretriz foi a substancial melhora da tecnologia, a qual, além de se encontrar defasada, ainda dependia da intermediação de empresas como a PAR Tecnologia, e cujo contrato encerramos em 2016 (com economia de cerca de R$ 3 milhões anuais), com internalização das rotinas. Um exemplo dessa evolução e inovação é a atual sistemática de concessão de aposentadorias, implementada em 2017 e totalmente eletrônica, sem precedente e equivalente dentre os principais fundos de pensão do país.
O resultado desses esforços de controle e redução das despesas, de maneira geral e real, foi o de proporcionar a diminuição das alíquotas das taxas de carregamento/administração na proporção de cerca de 20%, economizando cerca de R$80 milhões, ao longo destes últimos quatro anos, das reservas dos participantes e assistidos,
Apesar dessas evidências, ainda insistem na tese do “desperdício” e do “descalabro”, da “verdadeira bagunça”, apostando na desinformação e nas “fake-news” para angariar os desavisados.
Não seja um deles.
Nada melhor que resultados, ao invés de promessas, para avaliar uma verdadeira gestão.
Analise. Compare. Apoie.
Muito além de uma chapa. Somos uma causa.
Eleições FUNCEF 2018 – Dias 02 a 04 de Abril
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