Em 2014 a Previc não interviu no Postalis e considerou a medida “extrema”.

Concluída há um ano e seis meses, a CPI dos Fundos de Pensão da Câmara elencou uma série de recomendações para evitar o histórico de irregularidades e corrupção nos fundos investigados: da Caixa Econômica Federal (Funcef), dos Correios (Postalis), da Petrobras (Petros) e do Banco do Brasil (Previ). A comissão sugeriu, por exemplo, ao Poder Executivo para alterar o regime jurídico dos diretores da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), órgão que, tardiamente, pediu nessa semana a interdição no Postalis.

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Investimentos e rombo milionário

A CPI também recomendou ao Executivo a edição de normas mais consistentes para autorização de investimentos por fundos de pensão. Nada feito. As investigações apontaram prejuízo de mais de R$ 6 bilhões nos quatro fundos de pensão. A comissão pediu ao Ministério Público o indiciamento de 143 pessoas.

Medida extrema

A intervenção da Postalis fora solicitada, sem sucesso, pela Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores dos Correios em 2014. À época, a Previc considerou a medida “extrema”.

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