Resultados do PPSP em julho de 2017. Déficit recua para R$ 28,499 bilhões

Renda fixa faz PPSP mais que dobrar a meta de julho

Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!

O PPSP iniciou o segundo semestre de forma positiva, com rentabilidade de 2,04% em julho, bem acima da meta atuarial de 0,72%. No ano, no entanto, o plano acumula rentabilidade de 3,63%, abaixo do objetivo de 4,85%.

O segmento de renda fixa (títulos públicos, privados e fundos), que responde por 52,75% do plano, foi o principal responsável pelo bom desempenho de julho, com rentabilidade de 3,69% — mais de cinco vezes a meta atuarial do mês e bem acima do CDI, que serve de referência e encerrou julho com 0,80%. A carteira foi impulsionada pelos títulos públicos, que avançaram 4,18%, devido ao bom resultado dos papéis marcados a mercado, cujos preços sofrem variações constantes e tiveram rentabilidade de 4,54%.

A renda variável, segunda maior carteira do plano, com 30% dos ativos, avançou 0,69%, abaixo da meta atuarial e dos dois principais referenciais de mercado, IBrX 100 (4,91%) e Ibovespa (4,80%).

Esse descolamento foi devido à carteira de participação, que rendeu apenas 0,16%, em função de BRF, que representa 25% deste tipo de investimento e recuou 5,82%. Por outro lado, os fundos de investimento em ações avançaram 3,68%, enquanto a carteira de giro, composta por ações de empresas negociadas na bolsa de valores, teve rentabilidade de 3,11%.

Os empréstimos aos participantes também fecharam julho com desempenho acima da meta atuarial.  Esta carteira, que representa quase 5% do patrimônio do PPSP, registrou 0,99% no mês.

Os investimentos estruturados, compostos por Fundos de Investimentos em Participações (FIPs), veículos de investimento em empresas ou projetos de empreendimentos, avançaram 0,36% em julho, desempenho melhor que o do mês anterior (0,28%), mas abaixo da meta do plano. Já a carteira de imóveis, que corresponde a 8% do PPSP, recuou 1,57% em julho.

Resultado acumulado no ano

De janeiro a julho, o PPSP acumulou rentabilidade de 3,63%, contra uma meta atuarial de 4,85% para o período. O melhor desempenho foi da renda fixa, que avançou 9,10%, quase o dobro do objetivo atuarial. Os empréstimos também tiveram bom resultado, com rentabilidade de 7,36% nos sete primeiros meses do ano. Por outro lado, ficaram no negativo a carteira de renda variável (-0,30%), a de imóveis (-1,78%) e a de investimentos estruturados (-20,12%) que ainda reflete a atualização para baixo da cota do FIP Florestal (Eldorado) realizada em maio.

 

 

• Patrimônio de cobertura do plano (ativos): são todos os investimentos que o plano possui, mais outros recursos que ele tem a receber.
• Compromissos futuros do plano (passivo): são os valores comprometidos com os pagamentos de benefícios de todos os participantes, seguindo o que está previsto no regulamento do plano.
• Equilíbrio técnico: é basicamente a diferença entre os compromissos futuros e o patrimônio do plano.  Sofre variações para mais ou para menos, de acordo com a movimentação desses compromissos e a rentabilidade dos investimentos. Quando os compromissos futuros ficam maiores que o patrimônio, ocorre déficit. Quando a situação é inversa, há superávit.

Saiba mais: O déficit acumulado baixou de R$ 29,130 bilhões, em junho, para R$ 28,499, em julho, em função de os investimentos terem rendido mais que o dobro da meta atuarial do mês e de os
compromissos futuros terem diminuído principalmente por causa da deflação registrada no mês anterior.

FONTE: PETROS

INTELLIGENTSIA DISCREPANTES

Não perca nossas informações!

Não fazemos spam! Leia nossa política de privacidade para mais informações.


Descubra mais sobre Intelligentsia Discrepantes

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Descubra mais sobre Intelligentsia Discrepantes

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading