Eletrobras: venda de Belo Monte depende de controladores privados

Leila Coimbra

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Estatal é acionista minoritária no empreendimento

Poder360 entrevistou o presidente da Eletrobras

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior Sérgio Lima/Poder360 – 22.ago.2017

24.ago.2017 (quinta-feira) – 7h07
atualizado: 24.ago.2017 (quinta-feira) – 8h10

A venda de grandes projetos de geração de energia como as usinas de Belo Monte, Santo Antônio e de Jirau depende dos controladores privados dos empreendimentos. A participação da Eletrobras é minoritária nessas usinas (49%). Somente quando os sócios controladores resolverem se desfazer de suas partes, a estatal acompanhará a operação.

A informação é do presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, que conversou com o Poder360 na 4ª feira (24.ago.2017), 2 dias depois do governo anunciar o projeto de privatização da estatal.

A Eletrobras tem ações de 178 empresas. Não estão nessa lista as subsidiárias integrais Furnas, Eletronorte e Chesf.

De acordo com Wilson Ferreira, 74 dessas empresas serão vendidas separadamente. Consideradas especiais, 48 serão mantidas. Entre elas, Belo Monte.

Serão privatizadas até dezembro deste ano, 6 distribuidoras de energia da Eletrobras: Ceal (AL); Cepisa (PI); Eletroacre (AC); Ceron (RO); CER (RR) e Amazonas (AM).

Corte de R$ 900 milhões em salários

A redução no custo com a folha de pagamentos da Eletrobras chega a R$ 900 milhões ao ano. Os 2.200 cargos de gerência caíram para 1.500. Algumas funções foram eliminadas. Dos 17.200 empregados, restarão 12.000 até meados de 2018.

https://www.poder360.com.br/economia/eletrobras-venda-de-belo-monte-depende-de-controladores-privados/

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