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SÃO PAULO – O publicitário João Santana afirmou, em anexo de sua colaboração premiada, que a ex-presidente Dilma Rousseff decidiu nomear Graça Foster presidente da Petrobras para tirar da companhia o diretor Paulo Roberto Costa, o primeiro executivo da estatal a ser detido pela Operação Lava-Jato e a desmantelar o esquema no qual atuava.
“Quando Paulo Roberto foi preso, ela [Dilma] própria comentou: esse Paulo Roberto, nunca fui com a cara dele. E a Graça [Foster] entrou para tirar ele”, contou Santana sobre um comentário que ouviu da ex-presidente. O publicitário disse que ouvi de Dilma Rousseff que Graça Foster entrou na Petrobras para “corrigir uma estrutura que existia”.
Veja a partir do minuto 03:50 a citação sobre Graça Foster e Petrobras
João Santana: Graça Foster corrigiria ‘estrutura’ na Petrobras
Veja a partir do minuto 03:50 a citação do delator João Santana sobre Graça Foster e Petrobras
Santana contou no depoimento que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não gostava da ex-presidente da Petrobras. “Todo momento que o presidente Lula falava da Graça era para falar mal dela, e para pedir a cabeça dela”, afirmou o publicitário. “Mas sempre como crítica administrativa. E não passava disso”.
Segundo o delator, Lula se tornou um crítico da política econômica de Dilma Rousseff . João Santana disse que passou a ser usado por Lula para “enviar recados” à ex-presidente Dilma.
No relato de João Santana, Lula teria alertado Dilma diversas vezes que a política de corte de gastos da Petrobras afetaria fornecedores, produção e empregos, atingindo por tabela a popularidade do governo e as chances de reeleição.

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