Graça Foster e a contratação de um “afilhado”

Brasil 27.03.17 16:28

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Graça Foster já havia contratado Rafael Eira da Silva em 1999, muito antes do contrato com a Apuama, que resultou na demissão por justa causa do funcionário Aníbal Moreira Pina.

Ela ainda era gerente de quarto escalão na diretoria de Gás e Energia, quando contratou Rafael Eira como funcionário terceirizado.

Em 2003, quando foi alçada para voos mais altos pelo PT e se tornou secretária do Ministério de Minas e Energia, a convite de Dilma Rousseff, Graça levou Rafael Eira para trabalhar com ela em Brasília.

O Antagonista apurou que Graça e Rafael se desentenderam em Brasília e ele deixou o Ministério para trabalhar na consultoria Accenture.

Pouco depois, porém, Rafael Eira da Silva voltou a trabalhar sob as ordens de Graça, quando a Accenture foi contrata pela Petrobras. Na ocasião, Graça havia retornado de Brasília (antes de assumir a diretoria de Gás e Energia, em 2007, ela ocupou o cargo de presidente da subsidiária Petroquisa e, depois, da BR Distribuidora).

O currículo de Rafael no Linkedin confirma que boa parte de sua trajetória profissional ocorreu ao lado da “madrinha”.

O Antagonista apurou que Rafael Eira da Silva é filho de um grande amigo de Graça Foster: José Augusto Salgado da Silva. Os dois trabalharam juntos no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) nas décadas de 1980 e 1990.

José Augusto também era amigo de Guilherme Estrella. Foi diretor-adjunto do Cenpes, quando Estrella era diretor do Centro de Pesquisas.Ambos se aposentaram na mesma época, nos anos 1990.

Em 2003, quando Estrella foi chamado para ser diretor de Exploração e Produção da Petrobras, trouxe com ele José Augusto, que se tornou seu chefe de gabinete.

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