
Entre dezembro de 2015 e novembro de 2016 a provisão para inadimplência dos tomadores de empréstimos junto à Petros saltou de 0,17 para 0,42%, o que representa um crescimento de 150% num período de apenas 11 meses.
Segundo a Fundação, a maior parte dos inadimplentes são assistidos que aderiram ao PIDV da Petrobras.
Os dados são do Relatório de Atividades da Petros de novembro de 2016 (pg 33), que não informa se foram tomadas providências para obrigar os devedores a regularizarem sua situação.
Quem não paga o empréstimo que tomou na Petros está tirando dinheiro do bolso dos outros participantes.
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