Estatal prevê receita de US$ 230 milhões para a União em 2017 a partir do TLD de Libra e áreas unitizáveis
A PPSA confirmou a substituição da diretoria da companhia, conforme antecipado pela Brasil Energia Petróleo na terça-feira (8/11). Os mandatos dos atuais diretores serão encerrados na próxima sexta-feira (11/11), quando completam três anos.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!A diretoria é atualmente formada por Oswaldo Pedrosa, presidente; Edson Yoshihito Nakagawa, diretor técnico de Fiscalização; e Antonio Cláudio Pereira da Silva, diretor de Administração, Controle e Finanças.
Os nomes dos substitutos estão na Casa Civil e incluem o futuro diretor de Gestão de Contratos, cargo que está vago desde junho, após o pedido de demissão de Renato Darros. O corpo técnico da PPSA conta hoje com 30 pessoas, todas trabalhando sob o regime de cargo de livre provimento.
Ao longo do mandato da atual diretoria estiveram em negociação 14 acordos e pré-acordos de individualização da produção em áreas do polígono do pré-sal. Quatro acordos foram assinados e cinco acordos e pré-acordos estão em andamento. De acordo com a companhia, há seis novos acordos próximos do início de negociação.
A PPSA foi criada em 2013 para gerir os contratos de E&P regidos pelo modelo de Partilha da Produção. Projeções da companhia mostram que a União deverá receber US$ 230 milhões em 2017 em contratos geridos pela PPSA com o início do teste de longa duração (TLD) de Libra e a produção de áreas unitizadas. A expectativa é que até 2021 a receita dobre.
“A PPSA possui hoje sólidas bases estruturais que a credenciam a prosseguir na sua evolução empresarial, como executora de missão estratégica na representação do Estado brasileiro na gestão dos empreendimentos petrolíferos no polígono do pré-sal”, afirmou a companhia em nota.
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