A Petrobras encomendou um relatório à McKinsey.

Ele foi entregue em outubro do ano passado, mas seu conteúdo permaneceu secreto.

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O Antagonista obteve uma cópia desse relatório.

A avaliação que a McKinsey fez da estatal presidida por Aldemir Bendine não poderia ser pior.

A empresa de consultoria disse que “a organização da Petrobras parece estar doente e apresenta sintomas em desempenho, compliance e moral”.

Uma das doenças mais graves da Petrobras, segundo a McKinsey, é a “responsabilização muito deficiente”.

O relatório secreto da McKinsey sobre a Petrobras escancara as culpas do PT e mostra como Lula e Dilma Rousseff quebraram a empresa.

Entre as práticas mais doentes da Petrobras estão:

– Casos de corrupção na alta gerência da empresa.

– Constante aumento de custos de pessoal.

– Promoções sem mérito.

– Elevada burocracia e baixa visão de resultados.

Para a McKinkey, um dos fatores mais daninhos para a empresa foi a bandeira petista do conteúdo local, que só aumentou os custos (e a roubalheira) e diminuiu a qualidade.

Diz o relatório:

– A média de duração de projetos de construção de FPSOs (plataformas) no Brasil é 68% maior do que a média internacional.

– Para construções de FPSO, os custos da Petrobras alcançam 350% dos de outras companhias.

– A Petrobras possui 1.515 pedidos de patente no mundo; A Shell Group possui mais de 16.000, a Total mais de 9.600 e a Chevron mais de 8.300 pedidos.

– O atraso médio da construção nos estaleiros é de 12 meses.

– Estaleiros locais possuem pouca experiência na construção de sondas e FPSOs. Experiência em construção de cascos muito limitada.

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