Força-tarefa investiga se investimentos ruins do Postalis foram fraudes


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O Ministério Público Federal criou uma força de trabalho para investigar se os diversos casos de péssimos investimentos feitos pelo Postalis nos últimos anos são resultado da ação de uma organização criminosa criada para fraudar o fundo de pensão dos funcionários dos Correios.

Procuradores de Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo tocam as investigações com a PF.

A suspeita é que tenha ocorrido gestão temerária em pelo menos dez negócios, a exemplo dos investimentos no grupo educacional Galileo; na gestora Atlântica Asset Management e no American Trading Group (ATG), empresa criada para lançar uma nova bolsa de valores no Brasil, para concorrer com a BMF/Bovespa.

Neste caso em especial, os dirigentes do Postalis, na época indicados pelo PMDB, terão que dar algumas explicações aos procuradores.

Por exemplo: por que abriram mão de, em abril de 2011, comprar 37,5% da ATG por R$ 11 milhões e, meses depois, voltaram atrás e decidiram comprar 7,5% por R$ 105 milhões?

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