O conselho da Petrobras bateu o martelo. A refinaria Nansei Sekiyu Kabushiki Kaisha (NSKK), em Okinawa, no Japão, será fechada. A situação é considerada tão ruim que o ativo não é vendável. A informação é de uma fonte ouvida pelo Valor.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!A refinaria foi comprada em 2008, na gestão de José Sergio Gabrielli. Foram pagos cerca de US$ 50 milhões à ExxonMobil e dois anos depois a NSKK custou mais US$ 7 milhões, quando a Petrobras assumiu 100% do ativo ao comprar os 12,5% detidos pelo Sumitomo.
A justificativa era posicionar a companhia como investidora no mercado japonês, com a produção de derivados de petróleo até a importação de etanol. Mas foram ignorados riscos de mudanças na legislação ambiental do Japão.
Em 2013 a estatal recebeu uma proposta, mas não se sabe porque a venda não foi concluída. Em março de 2015 já havia sido anunciado o encerramento das atividades de refino, mantida apenas a operação do terminal marítimo de cargas.
Enquanto prepara uma mudança na estrutura organizacional da empresa, os novos gestores da Petrobras continuam investigando os malfeitos em suas subsidiárias.
A BR Distribuidora virou foco da Lava-Jato a partir dos depoimentos de Nestor Cerveró ao Ministério Público Federal (MPF), como parte do acordo de delação premiada. Hoje a empresa tem 21 investigações internas acontecendo.
Cerveró ocupou a diretoria financeira depois de deixar a diretoria internacional da holding. A BR está sendo comandada por Carlos Alberto Barra Tessarolo até que a Korn Ferry escolha no mercado um executivo para ocupar o cargo.
http://www.valor.com.br//empresas/4402888/conselho-decide-e-refinaria-de-okinawa-fecha-portas
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