Publicada em 29/11/2015 20:28
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!Em relação à reportagem publicada no jornal O Estado de S. Paulo em 29/11, a Petros esclarece que:
▪ O valor citado na reportagem não é uma projeção oficial da Fundação, que adota a atitude responsável de não se pronunciar sobre resultados parciais porque são passíveis de mudanças até o encerramento do ano. naturalmente, a atual conjuntura econômica vem afetando não somente o resultado da Petros, mas também de todo o setor de previdência complementar e de vários outros segmentos da economia.
– Em vez de esclarecer, esse tipo de notícia contribui para alarmar os participantes, já que o patrimônio da Petros não está em risco, não há qualquer problema de solvência, nem qualquer possibilidade de os benefícios deixarem de ser pagos ou atrasarem.
▪ Há 11 anos o Conselho Fiscal não recomenda a aprovação das contas da Petros, inclusive nos exercícios em que houve superávit. É importante ressaltar que o Conselho Fiscal contrata consultores externos para avaliação das contas e, mesmo quando a consultoria recomendou a aprovação, o Conselho Fiscal não recomendou.
▪ Diferentemente da Aerus, que quebrou por falta de aporte de recursos das patrocinadoras, não há o menor risco de a Petros quebrar ou deixar de arcar com o compromisso de pagar benefícios para seus participantes. Isso nunca ocorreu com a principal patrocinadora da Petros.
▪ O déficit de R$ 6,2 bilhões acumulado em 2014 tem como principais causas, além do componente conjuntural, a constituição de Fundo para pagamento do acordo de níveis – reajuste dos benefícios de aposentados e pensionistas do Plano Petros Sistema Petrobras referente aos anos de 2004, 2005 e 2006, estabelecido em Acordo Coletivo de Trabalho da Petrobras; o aumento das provisões para ações judiciais no PPSP; e a atualização da tábua de expectativa de vida, que aumentou os compromissos do PPSP.
Em relação aos investimentos citados na reportagem, a Petros ressalta que foram feitos seguindo critérios rígidos de análise e perspectivas de retorno no longo prazo.
▪ A Petros aportou recursos em Sete Brasil porque o projeto apresentava boas perspectivas, expectativa de alta taxa de retorno e estava em linha com a Política de Investimentos da Fundação – assim como a Fundação, investidores como Bradesco também aportaram recursos na empresa por entenderem tratar-se de um projeto rentável no futuro. Na época da criação da Sete Brasil, o barril do petróleo estava cotado a 100 dólares, a indústria estava extremamente aquecida e havia fila de três anos para o aluguel de sondas, que ainda precisavam ser customizadas para as necessidades do pré-sal.
▪ A decisão de investimento na Lupatech considerou a expectativa de continuidade de um significativo crescimento do setor de Petróleo & Gás nos anos seguintes, em função dos investimentos que haviam sido anunciados pelos principais agentes à época. No período seguinte à aquisição, o valor da ação na Bolsa subiu mais de 30%, mas a crise que se iniciou entre o final de 2007 e início de 2008 e a mudança de estratégia da Petrobras, que reduziu as encomendas de produtos, levaram a empresa a enfrentar dificuldades e resultaram em dois movimentos de reestruturação financeira. Apesar dessas reestruturações, a Lupatech não conseguiu reverter sua situação econômico-financeira. Mudanças de estratégia e impactos nas finanças das empresas são riscos inerentes aos investimentos.
▪ A Invepar é uma das maiores operadoras de infraestrutura de transporte do Brasil. A Petros iniciou seu investimento em 2009 e, desde então, acumulou rentabilidade de +262,38% frente a uma meta atuarial de +111,91%.
▪ O ativo Vale, em que pese uma rentabilidade menor do que a esperada especialmente por conta da conjuntura internacional, acumula resultado positivo de 371% desde 2005, bem acima da meta atuarial de 197% para o mesmo período.
▪ Na análise de longo prazo, horizonte com o qual os fundos de pensão trabalham para lastrear o pagamento dos benefícios, a Petros acumula rentabilidade de 238,72% nos últimos 10 anos, bastante superior à meta atuarial de 200,21% no mesmo período, o que afasta o risco de insolvência. No caso da Petros, por exemplo, a Fundação tem condições de arcar com os pagamentos de benefícios por mais de 30 anos. O patrimônio da Petros, portanto, tem a solidez necessária para garantir a segurança, a perenidade e o cumprimento em dia dos compromissos com os participantes
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