Risível e ridícula esta mensagem do senhor Paulo Teixeira Brandão, conselheiro que se rotula “eleito por indicação do CDPP”.
Thank you for reading this post, don't forget to subscribe!Em primeiro lugar porque usa o velho jargão da retórica dos gestores de plantão e seus apoiadores improvisados ou cooptados: RISCO, como soubessem do que se trata assumir um risco. Confundem o RISCO e sua pior expressão: “um risco calculado”; assunção com se tivessem efetivamente calculado o risco, sem sequer saber do que se trata o Risco. Misturam-se procedências e circunstâncias negociais de resultados incertos e duvidosos (adredemente desenhados para vender um ‘peixe’ – tanto fresco como podre), mas não medidos, com probabilidades extraídas de eventos aleatórios estatisticamente estudados.
Em segundo lugar, a exposição de coisa vestida de nova do que então conhecemos como o COMIN (Comitê de Investimentos) mas agora , supostamente, dada uma nova roupagem com uma Gerência De Gestão De Riscos De Investimentos, não mais Assessora (staff), porém como órgão de linha na Diretoria de Investimentos.
O que o senhor Paulo Teixeira Brandão esqueceu – por oportuna e habitual conveniência – é que, por ocasião da negociata da Petros com a Camargo Corrêa no caso do Itaúsa, transações com NTN-B’s e ano eleitoral de 2010, o COMIN foi negligenciado sob a falsa alegação – à época – de preservar o sigilo do ‘mirabolante’ negócio. Isto com a conivência dos próprios conselheiros eleitos do CDPP e mais: capitaneados pelo senhor Paulo Teixeira Brandão. Então, pra quê serviam os de então e servirão novos comitês?
¿CASA ARROMBADA? ¡TRANCAS NA PORTA!!! Este é o mote!
E de nada servirá enquanto o patrão mandar…
Saudações
D. Saboya
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