Após vários anos de discussão e indignação com o aparelhamento partidário da PETROS e o aprofundamento da crise, resolvemos apoiar as chapas 73 e 83, com o compromisso da devida autonomia e independência que o cargo requer.
CHAPA 73 – CONSELHO DELIBERATIVO
ARTHUR FERRARI
Téc. Supr. Sênior, 32 anos de Petrobrás, graduado em ADM. de Empresas, Pós Eng. e Gestão de Processos de Negócios na UFRJ/COPPE, MBA Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria na FGV/RJ Admitido como Eletrotécnico embarcado por 10 anos UN-BC e TABG. Ex-Consultor e Coordenador de implantação de sistemas integrados de negócio no Brasil e exterior por 22 anos. 894h docência na UP-RJ e PESA-AR. Mestrado em Economia Empresarial Gestão na UCAM/RJ e MBA em Gestão de Negócios Integrados-ERP na UFRJ/COPPE (não concluídos).
EDSON ALMEIDA
Téc. Oper. RLAM-, 27 anos de Petrobrás, ex-vice-presidente da CIPA-RLAM, Foi diretor sindical da base. Eletrotécnico ETFBA, graduado em Direito UCSAL,espec. Direito Previdenciário, nãorepactuante e defensor do PETROS-BD , filho de petroleiro aposentado, vítima das , políticas e ingerências neoliberais governistas e discriminatórias que reduzem direitos previstos em contratos.
CHAPA 83 – CONSELHO FISCAL
SÉRGIO SALGADO
Trabalhei durante 25 anos na RPBC e aposentei em 1993 como Assistente Administrativo.
Fui ativista, ligado à FUP e CUT, participando, na ativa de todas as mobilizações realizadas na RPBC.
Como aposentado, até a proposta da gestão Flori, na Petros, de migração, vivi aposentado, conhecendo de Petros o dia do pagamento.
Com a migração acabei convocado pelo Newton Carneiro, diretor no Litoral Paulista e não mais pude descansar, aprendendo sobre Petros e sobre os nossos problemas e por eles lutando. Fui diretor do Sindipetro do LP por 3 gestões acompanhando a área de aposentados e instruindo-os corretamente a defenderem seus contratos originais.
Quando a FUP traiu a categoria, rachamos a nossa diretoria no LP e na eleição seguinte expulsamos no voto a diretoria ligada à FUP bem como nos desassociamos da CUT.
Por conta do destaque na luta contra a migração acabei convidado e eleito na suplência do Fernando Siqueira no Conselho Fiscal, gestão 2007/2011.
Ao final dela surgiu a denúncia sobre a compra de ações Itaúsa ON. Perguntado pelo Domingos de Saboya se eu tinha a documentação que permitiu o negócio, disponibilizei todos os dados e é dele a magistral análise que mudou a forma de pensarmos a gestão da Petros.
Há 5 anos, eu e ele, fazemos parte de um grupo que analisa, através de alguns documentos que são disponibilizados aos participantes e tornamos pública essa análise que em geral envolve péssimos negócios.
No meio deste ano acabamos, eu e o Saboya, convidados pela Diretoria da Ambep, face ao destaque na defesa dos nossos direitos para compormos a chapa ao Conselho Fiscal. Num primeiro momento relutamos, com a insistência ao convite aceitamos e por isso constituímos a chapa 83.
DOMINGOS DE SABOYA BARBOSA FILHO
Aposentei-me em 1990.
Após 5 anos como profissional liberal e tendo como clientes principais a própria Petrobrás, o Banco do Brasil e a CEF, fui convidado para assumir uma diretoria na Petros. Estive diretor (de Administração) de 1996 a 1999.
Após ter deixado o cargo de diretor continuei a ser destacado pela Petrobrás para diversos trabalhos de porte em temas como avaliações de terras e consultorias especiais.
Conheci o Sérgio Salgado, sindicalista do litoral Paulista, quando do malfadado PPV. Eu que sempre estive do lado do patrão (camisa colada à pele) tive a oportunidade de conhecer um sindicalista que graduo como de escol – coerente, digno e focado na defesa equilibrada e sóbria dos empregados.
Alimentado por ele, que ocupava uma suplência no Conselho Fiscal da Petros, pude desenvolver uma análise da negociata sórdida desenvolvida pelos gestores então existentes.
Essa tramoia urdida ao longo do ano eleitoral de 2010, tendo por trás a batuta de Antonio Palocci, fora objeto de aprovação UNÂNIME do Conselho Deliberativo, onde ressaltam os que foram eleitos por nós e que, para surpresa minha, repudiaram nosso trabalho e investiram contra nossa posição como se a ela tivéssemos intenções de ganho (de poder, é lógico).
Contrapuseram-se e me desqualificaram, tanto por manifestos do Conselho como da Fenaspe, fazendo loas à decisão de diretoria da Petros pela consecução da negociata.
Hoje eles têm o que explicar à PREVIC e, provavelmente, o terão de fazer perante a CPI dos Fundos de Pensão.

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