Eleição para o Conselho Fiscal da PETROS – Domingos Saboya – Chapa 83



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Domingos de Saboya Barbosa Filho

Aposentei-me em 1990.

Após 5 anos como profissional liberal e tendo como clientes principais a própria Petrobrás, o Banco do Brasil e a CEF, fui convidado para assumir uma diretoria na Petros. Estive diretor (de Administração) de 1996 a 1999.

Após ter deixado o cargo de diretor continuei a ser destacado pela Petrobrás para diversos trabalhos de porte em temas como avaliações de terras e consultorias especiais.

Conheci o Sérgio Salgado, sindicalista do litoral Paulista, quando do malfadado PPV. Eu que sempre estive do lado do patrão (camisa colada à pele) tive a oportunidade de conhecer um sindicalista que graduo como de escol – coerente, digno e focado na defesa equilibrada e sóbria dos empregados.

Alimentado por ele, que ocupava uma suplência no Conselho Fiscal da Petros, pude desenvolver uma análise da negociata sórdida desenvolvida pelos gestores então existentes.

Essa tramoia urdida ao longo do ano eleitoral de 2010, tendo por trás a batuta de Antonio Palocci, fora objeto de aprovação UNÂNIME do Conselho Deliberativo, onde ressaltam os que foram eleitos por nós e que, para surpresa minha, repudiaram nosso trabalho e investiram contra nossa posição como se a ela tivéssemos intenções de ganho (de poder, é lógico).

Contrapuseram-se e me desqualificaram, tanto por manifestos do Conselho como da Fenaspe, fazendo loas à decisão de diretoria da Petros pela consecução da negociata.

Hoje eles têm o que explicar à PREVIC e, provavelmente, o terão de fazer perante a CPI dos Fundos de Pensão.

INTELLIGENTSIA DISCREPANTES

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